Resenha: Cem – O que Aprendemos na Vida, de Heike Faller

Oi, oi, gente!

2019 já está quase acabando e por aqui estou retomando a rotina de leituras e de postagens no blog, yay! ❤ Hoje vim comentar uma leitura bem rapidinha que fiz, e que foi a 31ª leitura do ano! Sim, não li tanto quanto gostaria, mas, tendo em vista os últimos acontecimentos da minha vida, até que estou bem satisfeita!

Bem, voltando ao livro, estou falando de “Cem – O que Aprendemos na Vida“, escrito pela alemã Heike Faller e ilustrado pelo italiano Valerio Vidali (Editora Intrínseca, 2019, 208 páginas). Recebi esse livro de brinde na caixinha de 1 ano do Clube Intrínsecos.

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Trata-se de um livro relativamente curto, que retrata, por meio de ilustrações e pequenas frases, uma jornada colorida e poética pelos prazeres e desafios da vida, ano a ano, em todas as idades (especificamente no intervalo de 0 a 100 anos).

Ele é sobre tudo o que a vida nos traz: a primeira cambalhota, o primeiro amor, a primeira vez que tomamos um café, a descoberta eterna de que o mundo é sempre mais imenso do que imaginamos. Suas frases curtas e ilustrações coloridas percorrem ano a ano as transformações que nos tornam quem somos, mostrando que mesmo que muitos aniversários já tenham passado, é possível ainda não ser adulto, e que, amadurecendo, percebemos que o tempo é não apenas precioso, mas também condescendente: até o fim, ele nos dá espaço para viver.

É um livro sensível, que combina arte, reflexão e poesia, e que deve ser saboreado página por página, seja aos poucos ou de uma vez só – é daqueles livros que ficam para sempre conosco e que, a cada compasso do tempo, ganham uma dimensão completamente nova.

O que achei:

Cem” é um livro cheio de ilustrações, contendo pequenas frases em cada página. O livro é basicamente uma lista onde, a cada ano, são relembrados momentos da nossa vida e o que aprendemos durante aquela idade. A ilustração acompanha a reflexão correspondente a idade, que ocupa quase sempre as duas páginas do livro aberto, desde o início da vida até os 100 anos. Embora pareça muito, é relativamente curto e fácil de ler e entender.

Confesso que não me identifiquei muito com algumas lições em determinadas idades, mas isso não tirou o brilho do livro, pois ele é, visualmente, muito bonito. As ilustrações parecem ser feitas em giz de cera, com cores fortes e que captam nossa atenção.

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Para retirar cada lição e compor o livro, a autora fez uma espécie de pesquisa com pessoas de várias idades, seguindo uma linha temporal e repetindo determinados elementos na narrativa pra dar essa ideia de continuidade. A nota da autora, ao final, é bem interessante para entender esse processo.

Apesar de simples, ele traz diversas reflexões em suas entrelinhas: o que estamos aprendendo nessa vida? Estamos vivendo nosso máximo ou não? Estamos deixando de ver a beleza das coisas? Como você se sente com relação a sua vida, na idade que tem hoje?

Apesar disso, confesso novamente que não me senti muito tocada e nem que pegaria o livro novamente para reler. Para mim, foi livro de uma leitura só – tanto que até já o repassei para outra leitora que pareceu mais interessada nele do que eu. É uma leitura válida, mas não é o tipo de livro que guardo na estante.

NOTA: 3

Mas e vocês, já leram? O que acharam de “Cem“? Curtem livros assim, mais ilustrados e reflexivos que livros com apenas palavras?

Um grande beijo a todos e até a próxima!

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Autor: Andresa Lee

30. Macapaense. Ama livros, jogos, doces, cães, Star Wars, conversas, nerdices e Netflix. Além de blogger literária no UDML, faz parte do canal Literamigas no Booktube.

2 pensamentos

  1. Acho que esse é mesmo o tipo de livro que é bom de ler uma vez e passar pra frente. Acho livros assim fofos, mas não me dá vontade de comprar ou de manter comigo.

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  2. Ai, esse livro é muito lindo mesmo! Algumas coisas realmente não batem com as idades, mas não acho que isso realmente importe, e sim as reflexões que o livro gera e como isso pode fomentar grandes conversas entre pessoas em estágios diferentes da vida

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